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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Jesus, o paralítico e o tanque
Sabendo que aquele homem estava há muito tempo naquela condição, Jesus perguntou-lhe: Queres ser curado? Essa pergunta sugere algumas questões. O que o paralítico deseja realmente? Será que estava ali com o desejo de ser curado ou de ser notado. Amados, será que isso pode acontecer conosco? Ou seja, nos escondermos nos problemas sem querer, de fato, resolve-los? A pergunta feita por Jesus Cristo conscientiza aquele homem do seu estado de miséria total e sua incapacidade para se libertar dela. A sua cura só poderia vir se houvesse uma confissão verdadeira, não uma lamentação ou reclamação, mas, sim, uma confissão, e isso ele faz ao dizer: “Não tenho ninguém que me coloque no tanque. Sempre vem alguém e passa a minha frente”. Não muito diferente dos dias atuais, a regra, na beira daquele tanque, era “cada um por si”. Ninguém tinha disposição para ajudar aquele homem que há 38 anos estava enfermo. Quanta humilhação ele não passou? Quantos anos de sofrimento e de espera? O salmista afirma: “Esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor” (Sl 40.1). Há um cântico que afirma: “temos que aprender a esperar”. O tempo de Deus é um mistério para nós. Nas palavras do apóstolo: “Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia” (2Pe 3.8). Aquele paralítico jamais conseguiria resolver o seu problema sozinho, os 38 anos de enfermidade revelam isso. Ele precisava de alguém; mas, quem? Será que ele pensou que Jesus Cristo estaria disposto numa próxima oportunidade a ajudá-lo? Que surpresa ele teve, pois o Filho de Deus não lhe disse que o lançaria no tanque, nem esperaria pelo mover das águas, mas disse: “Levanta-te, toma o teu leito e anda”. Que grande desafio era para ele se levantar, pois acabara de confessar que não podia fazê-lo. Entendo que Jesus lhe disse para se levantar, pegar a sua cama e ir embora dali, daquele lugar que lhe causara frustração, angústia e humilhação. Ele estava curado. Estava livre para andar por onde desejasse, não precisava voltar para a beira do tanque, pois ali não era mais o seu lugar. Irmãos quantas vezes ficamos em lugares que nos trazem tristezas, angústias e humilhação? Creiam meus queridos, que Jesus Cristo quer e pode nos tirar desses lugares. Ele não quer que fiquemos prostrados em lugares que nos levam para baixo; ao contrário, ordena a pegarmos a nossa "cama" e sairmos. As suas benditas palavras invadiram o coração e a mente daquele paralítico, por isso ele pôde pegar a sua cama e sair dali para nunca mais voltar. Amados, ouçam a doce voz de Jesus Cristo e saiam do seu lugar de humilhação, levantem e caminhem, sacudam a poeira das vossas vestes e sigam em frente (Mateus 10.14).
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Belo texto abraços....
ResponderExcluirsábias palavras!
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