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Veja muito bem-vindo. Espero que estes textos possam confortar teu coração. Deus abençoe ricamente a sua vida.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Desejo parecer com Jesus Cristo
Identidade e compromisso são palavras muito usadas ultimamente entre nós evangélicos, isso porque de alguma maneira há um sentimento de cobrança em relação ao nosso comportamento diante da sociedade, mas penso que a maior cobrança deve ser em relação ao nosso comportamento diante de Jesus Cristo. Devemos desejar ser iguais a Ele em tudo. O apóstolo Paulo faz essa importante afirmação: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co 11.1). Portanto, desafio os queridos irmãos a desejarem ser iguais a Cristo Jesus em todas as áreas da vida, todavia por conta do espaço abordarei quatro áreas apenas: 1) Desejo ser igual a Jesus Cristo na obediência ao Pai. Infelizmente, no Jardim do Éden, o homem, criado a imagem e semelhança de Deus, desobedeceu ao seu Criador, preferindo dar ouvidos à voz da serpente. Desde então temos grande dificuldade em obedecer ao Senhor, entretanto Jesus Cristo veio ao mundo para mostrar que aquilo que o Pai pediu a Adão era possível de ser obedecido, ele disse: “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia. De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.38-40). Abraão, Noé, Daniel e seus amigos e Jó deram exemplo de obediência a Deus. 2) Desejo ser igual a Jesus Cristo na vida de oração. “E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só” (Mt. 14.23). No evangelho de Lucas temos o seguinte relato: “E aconteceu que, ao ser todo o povo batizado, também o foi Jesus; e, estando ele a orar, o céu se abriu, e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea como pomba; e ouviu-se uma voz do céu: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo” (Lc. 3.21-22). É importantíssimo termos um tempo para as nossas orações, precisamos entrar em nosso quarto e falar com Ele a sós, independentemente da situação que estivermos vivendo. “Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer” (Dn 6.10). Jesus Cristo, também intercedeu por nós “é por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus; ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado” (Jo 17.9-10). O salmista afirmou que amava ao Senhor porque Ele ouviu a voz e se inclinou para ele (Sl 116.1). Quem não se lembra de Abraão intercedendo pelas Cidades de Sodoma e Gomorra (Gn 18.24-33). 3) Desejo ser igual Jesus Cristo na humildade. Do seu nascimento até a sua morte Jesus Cristo teve uma vida de humildade. Ele afirmou que não tinha onde reclinar a sua cabeça (Lc 9.58). O apóstolo Paulo pede à Igreja de Filipos para que vivam em humildade: “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2.5-8). “O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e a humildade precede a honra”, dizia Salomão (Pv. 15.33). Voltamos à carta aos Filipenses para mais uma recomendação paulina: “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros” (Fp 2.3). A humildade deve ser exercitada pelo crente o tempo todo. 4)Desejo ser igual a Jesus Cristo no amor às outras pessoas. Amar é um sentimento nobre. É muito bom amar e ser amado, “aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1Jo 4.8). Deus provou o seu amor para conosco: “porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Jesus Cristo afirmou: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13.34-35), e mais adiante: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor de seus amigos” (Jo 15.13). Amar é um dom divino, somos privilegiados por poder amar as pessoas em Jesus Cristo.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Crer na providência divina
Toda a jornada daqueles que servem ao Senhor deve estar centrada na crença da ação providencial Deus em suas vidas. “Deus proverá”, já dizia Abraão, o pai da fé. Essa é a jornada proposta por Deus a cada um de nós. Conforme o relato de 2Rs 6. 8-17, o rei da Síria fez guerra contra Israel. Frustrado em seus planos, por conta das constantes intervenções que o homem de Deus fazia, o rei quis saber onde ele estava. Ao saber que o profeta estava em Dotã, enviou cavalos, carros e fortes tropas para a cidade com o objetivo de prendê-lo. O moço do homem de Deus levantou cedo e entrou em desespero porque viu a cidade totalmente cercada pela tropa real, já o homem de Deus permaneceu tranqüilo diante de situação tão adversa, ele acreditava na providência de Deus. Acredito que esse texto ensina que aqueles que crêem na providência de Deus não temem diante da adversidade, pois foi exatamente isso que o profeta quis passar para seu amigo quando afirmou: “Não temas, porque mais são os que estão conosco”. Não importa quantos estão lá fora. Não importa se a cidade está fortemente cercada. O que importa é que o Senhor Deus está conosco, e isso basta. Ele é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Não podemos nos abalar diante dos perigos, nem olhar para as circunstâncias e nos desesperarmos, pois o Senhor é a nossa força. O sábio Salomão já ensinava: “Se te mostras fraco no dia da angústia, a tua força é pequena” (Pv 24.10). Outra verdade percebida é que aqueles que crêem na providência divina são sensíveis às necessidades do próximo. Se aquele moço não estava vendo as coisas como deveria ver, então alguma coisa precisava ser feita. A atitude do profeta foi bem rápida, ele orou a Deus: “Senhor, peço-te que lhe abras os olhos para que vejas”. Devemos ter essa mesma disposição do profeta para com o nosso próximo ao invés de criticá-lo por não vê como nós vemos, devemos orar para que Deus abra os olhos das pessoas que nos cercam. “Orai uns pelos outros. Muito pode a oração dos justos em seus efeitos” (Tg 5.16). Aqueles que crêem na providência divina têm as suas orações respondidas, essa é outra verdade inquestionável e importantíssima para todos nos, pois “O Senhor abriu os olhos do moço”. No Salmo 116.1 temos a seguinte declaração: “Amo o Senhor, porque ele ouve a minha voz e as minhas súplicas”. Ana, serva do Senhor, depois de muito orar teve o seu pedido atendido. Deus lhe deu um filho. Samuel é o seu nome. Deus honrou a petição de Eliseu, e agora, seu amigo vê conforme Deus quer. Que conforto devemos ter ao ler: “Bendito seja Deus, que não me rejeita a oração, nem aparta de mim a sua graça” (Sl 66.20). Amado irmão, creia na providência de Deus em sua vida, pois Ele é fiel para fazer infinitamente mais do que pensamos.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Jesus, o paralítico e o tanque
Sabendo que aquele homem estava há muito tempo naquela condição, Jesus perguntou-lhe: Queres ser curado? Essa pergunta sugere algumas questões. O que o paralítico deseja realmente? Será que estava ali com o desejo de ser curado ou de ser notado. Amados, será que isso pode acontecer conosco? Ou seja, nos escondermos nos problemas sem querer, de fato, resolve-los? A pergunta feita por Jesus Cristo conscientiza aquele homem do seu estado de miséria total e sua incapacidade para se libertar dela. A sua cura só poderia vir se houvesse uma confissão verdadeira, não uma lamentação ou reclamação, mas, sim, uma confissão, e isso ele faz ao dizer: “Não tenho ninguém que me coloque no tanque. Sempre vem alguém e passa a minha frente”. Não muito diferente dos dias atuais, a regra, na beira daquele tanque, era “cada um por si”. Ninguém tinha disposição para ajudar aquele homem que há 38 anos estava enfermo. Quanta humilhação ele não passou? Quantos anos de sofrimento e de espera? O salmista afirma: “Esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor” (Sl 40.1). Há um cântico que afirma: “temos que aprender a esperar”. O tempo de Deus é um mistério para nós. Nas palavras do apóstolo: “Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia” (2Pe 3.8). Aquele paralítico jamais conseguiria resolver o seu problema sozinho, os 38 anos de enfermidade revelam isso. Ele precisava de alguém; mas, quem? Será que ele pensou que Jesus Cristo estaria disposto numa próxima oportunidade a ajudá-lo? Que surpresa ele teve, pois o Filho de Deus não lhe disse que o lançaria no tanque, nem esperaria pelo mover das águas, mas disse: “Levanta-te, toma o teu leito e anda”. Que grande desafio era para ele se levantar, pois acabara de confessar que não podia fazê-lo. Entendo que Jesus lhe disse para se levantar, pegar a sua cama e ir embora dali, daquele lugar que lhe causara frustração, angústia e humilhação. Ele estava curado. Estava livre para andar por onde desejasse, não precisava voltar para a beira do tanque, pois ali não era mais o seu lugar. Irmãos quantas vezes ficamos em lugares que nos trazem tristezas, angústias e humilhação? Creiam meus queridos, que Jesus Cristo quer e pode nos tirar desses lugares. Ele não quer que fiquemos prostrados em lugares que nos levam para baixo; ao contrário, ordena a pegarmos a nossa "cama" e sairmos. As suas benditas palavras invadiram o coração e a mente daquele paralítico, por isso ele pôde pegar a sua cama e sair dali para nunca mais voltar. Amados, ouçam a doce voz de Jesus Cristo e saiam do seu lugar de humilhação, levantem e caminhem, sacudam a poeira das vossas vestes e sigam em frente (Mateus 10.14).
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Deus não desiste de nós
“Por que você não desistiu de mim? Essa frase foi dita por uma pessoa, questionando a continuidade do seu relacionamento, entendendo que houve a oportunidade, da parte ofendida, em terminá-lo. Diante dessa questão, convidamos os queridos a uma breve reflexão. Pensamos que a parte ofendida poderia sim ter colocado fim naquele relacionamento - que ao que parece era truncado -, considerando que motivos foram dados ou poderia perdoar as ofensas, e assim continuar persistindo na manutenção do relacionamento. Acreditamos que qualquer uma das atitudes seria justa; a primeira colocaria fim numa relação, não considerando o tempo, o amor, o carinho e a afetividade que existiu, pelo menos pela parte ofendida; já, na segunda, o amor encobria todas as ofensas, todos os motivos dados para que tal relacionamento terminasse. A frase: “por que você não desistiu de mim”, demonstra claramente que o relacionamento não havia terminado. A única resposta plausível que vemos para justificar a não desistência da parte ofendida é porque houve amor. Amor não correspondido é verdade, amor imperfeito, mas nem por isso deixa de ser amor, correto? Agora, se com toda a nossa impureza, insuficiência, falta de sabedoria e tendência para aquilo que é mal, somos capazes de lutar por um amor ou por causa dele; e, com toda nossa força, não desistirmos, quanto mais o nosso Deus, que é perfeito em tudo. Perguntamos, quantos foram os motivos que demos a Deus para que desistisse de nós? Quantas vezes o desagradamos com os nossos maus pensamentos; atitudes inconvenientes que deixaram a desejar; testemunhos que ficaram manchados por comportamentos mesquinhos e conversas contaminadas com palavras mundanas? Amados, como é bom sabermos e crermos que Deus não desistiu, nem desiste de nós, perpetuando o seu amor em Jesus Cristo, seu único Filho, enviando-o para nos salvar de todos os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Feliz 2010
É certo que 2010, se apresenta para todos nós como um ano desconhecido, um ano a ser vivido, mas é certo também que aos poucos ele se revelará a cada um de nós, e todos acabaremos por descobri-lo como um ano em que vitórias e derrotas aconteceram, tristezas e alegrias vieram, angústias e desafios foram vencidos e coisas semelhantes a essas. Acredito que devemos agradecer a Deus por todos os seus benefícios para conosco no ano que terminou e pedirmos sua misericórdia e bênção sobre nós e tudo o que é nosso nesse ano que começa para termos jornada feliz. Um fato que nunca poderemos esquecer, mesmo com toda correria imposta pela nossa dinâmica de vida, é o sacrifício vicário que Jesus Cristo fez na cruz por nós para que pudéssemos ter Nele vida, como ele mesmo afirmou “vida em abundância”. A cruz um lugar de sofrimento, marcado pelo derramamento de sangue inocente, acaba sendo, ou melhor, se transformando em lugar de vida para todos que olharem com fé para Aquele que nela sofreu, morreu e ressuscitou. Assim, descortina-se em 2010 a possibilidade de vivermos uma vida regada pela abundância da vida dada por Jesus Cristo. Ele é o Senhor da vida. Talvez você tenha prometido ou pedido alguma coisa para alguém ou quem sabe para si mesmo, como se costuma fazer em toda virada de ano, sinceramente desejo que você cumpra o que prometeu e alcance o que pediu. Desejo também que em 2010 sejamos cheios de vida na presença de Jesus Cristo, que aproveitemos a oportunidade para perdoar e ser perdoado, amar e ser amado, ser feliz e fazer pessoas felizes, e acima de tudo que a nossa vida se traduza numa vida comprometida com Jesus Cristo e seus ensinamentos. Feliz 2010.
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